"Flores, as flores de plástico, não morrem". Minha experiência dessa noite, me fez refletir como as flores de plástico são vazias e ocas por dentro, sem vida. Não morrem, é verdade, mas, as coisas inertes não sofrem. Não transmite beleza, não alegra o ambiente do ser, não troca experiência, não tem finitude. Precisamos de petálas fertéis de dentro pra fora, capaz de reproduzir movimentos de beleza, polén que estimula a formação de óvulos de harmônia, perdão, gratidão, acolhimento, afetividade. Dessa maneira teremos flores, não de plásticos, mais vivas, carregadas de perfume de vida e vida de plenitude.
Jefferson Vale

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